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21/08/2011 às 02:17

Dia Mundial da Fotografia

Quantas vezes você parou para admirar uma bela imagem no seu dia-a-dia? (Foto: Matheus Misumoto)

A foto que ilustra este post foi tirada há alguns meses, mais precisamente no dia 27 de julho. Os dados EXIF da foto, tirada do meu iPhone por um aplicativo que faz fotos panorâmicas, diz que foi às 6 da tarde.

Estava no trabalho, em uma pausa para um lanche. Fui até a área de convivência da empresa, que fica no terraço do prédio. Antes de comer, dei de cara com esta linda cena, e resolvi sacar o celular para fotografar e postar no meu Facebook.

Desde o início dos tempos, sentimos a necessidade de retratar nossas vidas por imagens. Seja por documentação, ou por admiração. A tal “era da imagem” sempre existiu, desde as pinturas rupestres. Ganharam movimento, e hoje ganham vida nas televisões de alta definição e nas projeções em 3D nos cinemas.

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01/08/2011 às 21:47

O poder do compartilhamento: muito prazer, Creative Commons

Logo do projeto Creative Comons

Há pouco mais de um ano, durante uma aula do programa de pós-graduação da Faculdade Cásper Líbero, fiquei sabendo da existência do Creative Commons. O movimento, que se espalha por mais de 40 países – inclusive aqui no Brasil -, propõe um novo modelo de direitos autorais em paralelo com o copyright. Defendido por pensadores e ativistas digitais, promove o espírito de colaboração e distribuição de cultura e conhecimento.

O dinossauro copyright não permite o acesso universal para pesquisa, educação e cultura possíveis na Internet. Objetivo principal, aliás, do projeto Wikipedia. Em tese, você não pode usar uma obra sem a autorização do autor. É como você precisar de um texto para a aula da faculdade e não poder fazer uma cópia por causa dos direitos autorais. Ou você compra o livro, ou vai ter que dar um jeito de ler emprestado de um amigo ou da biblioteca. E ainda tem o problema quando quer remixar músicas, fazer uma montagem fotográfica…

Muitas vezes, o autor quer que as informações que ele produz seja disseminada pela Internet ou pelo mundo real. Ou alguém, em alguma parte do mundo, necessita de uma fotografia, ou de um arranjo musical para uma nova obra. Para alcançar essa visão de acesso e colaboração universal, alguém precisa promover uma infraestrutura gratuita, pública e padronizada. E a resposta é o Creative Commons.

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16/07/2011 às 02:17

Dublagem: vozes que marcam gerações

Em tempos em que muita gente critica a dublagem, que legendado é mil vezes melhor e blá-blá-blá, muitos não se dão conta que a grande maioria dos personagens que marcaram suas vidas foram feitos por atores nacionais.

Sempre gostei da dublagem, desde que bem feita, com bons profissionais e estúdios sérios. E também quando é levada a sério pelas distribuidoras, que de vez em quando trocam a voz dos personagens de sucesso. Acredito que muitos dos que reclamam o fazem por estar acostumados com a voz original de uma determinada série ou de um ator. É improvável que um brasileiro prefira alguma série que faz parte da sua história, como Freakazoid, Dragon Ball Z ou até mesmo Os Simpsons e o Scooby Doo, na versão original com legendas.

Há algumas horas, estava zappeando de canal quando me deparei com um especial bacana da HBO sobre dublagem. Fiz questão de sair da TV do meu quarto e assistir na sala. Um vídeo muito bem produzido, com diversas gerações de dubladores, em um reconhecimento mais do que merecido. Mais do que representar uma tradução, fazem uma versão nacional que marcam gerações de espectadores nas salas de casa ou do cinema.

Dentre os profissionais, participam Guilherme Briggs (um dos meus preferidos, a voz de Freakazoid e Cosmo – d’Os Padrinhos Mágicos), Orlando Drummond (Scooby Doo, Popeye, e recentemente a Múmia do Aqua Teen) e Wendell Bezerra (Bob Esponja e Goku, de Dragon Ball Z). Consegui achar o especial na íntegra. Vale a pena assistir!

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12/07/2011 às 02:54

Akira Kushida e Psychic Lover fazem show inesquecível no Anime Friends

Akira Kushida no Anime Friends 2011

Akira Kushida levanta o público com as músicas clássicas dos tokusatsus (Foto: Matheus Misumoto)

Inesquecível. Foi a primeira palavra que veio à minha mente depois do show de Akira Kushida e Psychic Lover no primeiro domingo do Anime Friends 2011. Uma apresentação divertida, carismática e misturando os clássicos nostálgicos das trilhas dos tokusatsus – seriados de super-heróis japoneses – com as músicas recentes do gênero. Não sabe quem são? Dá uma passadinha no post anterior, que tem um resumo sobre eles.

Essa é a quinta vez que vou ao Anime Friends, a primeira depois de dois anos. E os shows dos cantores japoneses ainda continuam sendo de arrepiar e deixar qualquer fã de AnimeSongs rouco. A energia de estar no meio de pessoas de todas as idades, dos adolescentes aos adultos de trinta-e-poucos-anos, vindos de todos os cantos do Brasil, cantando músicas em uma língua que mal entendem – talvez entendam só o sentido da letra porque leram a tradução na Internet -, mas que fazem parte da vida e da identidade de cada um é contagiante.

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06/07/2011 às 02:02

Os shows de animesongs que vão agitar o Anime Friends 2011

Hironobu Kageyama no Anime Friends 2008

Hironobu Kageyama, cantor das músicas-tema de Dragon Ball Z e Changeman, foi um dos artistas convidados do Anime Friends 2008 (Foto: Arquivo Pessoal / Matheus Misumoto)

Esta segunda postagem sobre o Anime Friends 2011 é dedicada aos shows internacionais. Como disse no post anterior, o maior evento de animê e mangá do País ganhou fama com as apresentações dos artistas que cantam os temas das animações e seriados de super-herois japoneses. Desde a primeira edição do evento, em 2003, o show de cantores do gênero AnimeSongs é considerado o ponto alto da convenção, juntamente com as finais dos concursos de cosplay.

O núcleo de atrações internacionais se divide em dois. O Talk & Live, em que os shows acontecem com rápidos intervalos para entrevistas no palco feitas por apresentadores, e o Super Friends Spirits, o show de encerramento em que todos os cantores convidados se revezam no palco cantando seus maiores sucessos. O nome supostamente é uma referência ao Super Sentai Spirits, um megashow que reunia quase todos os cantores dos temas do formato super-sentai dos seriados tokusatsus.

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